Mostrando postagens com marcador Raul Seixas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Raul Seixas. Mostrar todas as postagens

Das coisas que não deixo mais passar...

Hoje recordei rapidamente de todas as pessoas e coisas que perdi por ainda não estar preparada para elas, ou por ainda ter muita curiosidade do mundo e dificuldade em ser permanente...
Recordei de amigos e parentes distantes, aqueles que eu sempre deixo pra depois porque moram muito longe ou acabaram se tornando pessoas muito diferentes de mim, sempre penso “mês que vem faço contato com eles”. E se não tiver mês que vem?..."
As minhas viagens, a publicação do meu livro e aquele disciplina que deixei pro semestre que bem... Será que Ela vai esperar eu tomar o ultimo gole de wisk? Com toda a licença, vou alí vever as pessoas que amo, conhecer o lugares que sonhei e fazer todas as coisas que eu poderia sim, (como taaaaantas pessoas que conheço) deixar de fazer. 







"Eu que não me sento no trono de um apartamento com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar..." Raul 

Sentindo a mudança mais uma vez..

"Eu quero dizer agora, o oposto do que eu disse antes.. Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante..."  Metamorfose Ambulante - Raul Seixas
Eu penso vários textos, sobre o passado, sobre o que aprendi e o  que ainda quero saber. Mas não estou mais conseguindo coloca-los pra fora. Não sei que já falei isso aqui, mas é que o meu pensamento corre em prosa e as  vezes até em verso e antigamente não era necessário força alguma pra que esses pensamentos passassem para o papel tal e qual ou mais bonito que a ideia inicial.
É como se as complicações já tão complexas que não seriam interessantes de serem lidas ou se, por outro lado outras eu achasse bobas demais. Estou achando o "Se é loucura então melhor nem ter razão" não condiz mais comigo. Tal vez eu esteja mudando mais uma vez e ainda não sei bem como mostrar-me. 
Como se a metamorfose estivesse exatamente no meio, quando a borboleta ainda não abriu assas e os pedaços casulo, que ainda lembram a lagarta, ainda estão presos a mim.
Ainda pode ser cedo para dizer "Adeus" ou "Tudo acabou", já que ainda hoje tenho lapsos de infantilidade que me lembram os 7 anos mimados da minha vida, então provavelmente essa minha adolescência tão longa e doce me acompanhará ainda por muito tempo, queira Deus que por uma vida inteira. E eu sim me  apaixonarei denovo e terei pensamentos impulsivos, seja por outros ou pelo mesmo no decorrer dos anos e será aqui que despejarei todo esse sentimento.
 Mas o fato é que essa mudança, esse abandono já vinha acontecendo, o "Meu mundo é um moinho" já esta aí há algum tempo, porque já estava querendo escrever outras coisas  que não cabiam aqui. O caminho é longo, sacrificado, mas a estrada geralmente é linda!!! Vou indo... Foi sempre muito bom está por aqui, até nos piores momentos (acho que principalmente neles).

Onde estão elas Raul?


Onde estão as borboleta que afetavam meu estomago? Aiii de lembrar arrepio.. Que saudade das divinas borboletas que traziam surpresa. Que me surpreendiam quando nem eu ainda sabia o que sentia.
Será que não há mais amor? Aquelas pegadas do meu lado já não mais existem, fugir não mais preciso... As flores não tem desabrochado no meu vasto jardim.
Cadê a vida que eu bagunçava? Que eu corria, pulava e sonhava... As borboletas não querem mais vir e eu a tempos não sei mais sorrir. Sorriso largo, raso e profundo, daqueles que doía de tão sincero.
Talvez eu seja sim feliz de fato! Feliz e conformado... Mas minha boca está escancarada e cheia de dentes esperando a morte passar. Eu não sou assim, sou borboletas, incerteza e eterna busca.
Por onde eu me perdi Raul? 

Minha cabeça é doida e tem trilha sonora..

Essa música, “Maurício” da Legião Urbana, não sai da minha cabeça. Em especial a parte que diz: “Dizem que a solidão até que me cai bem”, entre outras.
Estava pensando em estudar, estava querendo conversar.. “São pensamentos soltos”.
Ao mesmo tempo em que Maurício tocava na minha cabeça, eu ensaiava um texto pra dizer ao professor o quão eu era inteligente, mas que aquilo de condutividade elétrica e salinização da água simplesmente não me interessavam. Mas eu sabia a resposta dele, viria do âmago de sua sensibilidade agronômica:
_Eu não tenho nada haver com isso!_ simples assim.
Em fleches, também pensava em alguém que eu pudesse ligar para conversar, sobre amores, sobre a vida ou sobre o filme que assisti ontem.
Minha cabeça é doida, confusa e rápida. Pouca gente é capaz de entender, agora mesmo não consegui pensar em ninguém.
Acho que algumas pessoas, na verdade, tem uma visão distorcida de mim ou do que eu espero de mim mesma. Isso às vezes me incomoda, mas na maioria não. Mesmo assim prefiro a solidão. Não ter quem magoar ou quem incluir em planos. E eu sei que isso se chama: Egoísmo! É que “eu sou um poeta e não aprendi a amar..”
Minha cabeça é assim mesmo, é doida, confusa e metamórfica. Essa é fácil: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opnião frmada sobre tudo"
E além de tudo tem trilha sonora!
 
Copyright 2009 @mayaramader All rights reserved.
Free Blogger Templates by DeluxeTemplates.net
Wordpress Theme by EZwpthemes
Blogger Templates