Eu não amo você e quem não ver, não é? Você chegou agora.. Chegou com conversas de menino, com sorriso de criança e me fez perder a hora. Mas o que é isso então? Não é amor, não... Eu gosto de você desde que chegou e por um momento até pensei: “Não! De jeito nenhum... Esse menino não.”, e de que adianta esse pensamento se ele é só mais um dentre tantos que você está, não parei de pensar em você.
E não é amor, repito, é prazer. Um prazer assim de tudo, de ouvir a voz e rir de besteiras, de sentir tua pele e falar beijando a orelha. É um tal de querer fazer... Fazer comida, fazer carinho, fazer mocó, fazer docinho assim tudo junto.
Não amaria você, não! Mesmo você tendo destruído meus muros e rompido minhas barreiras só porque eu não quero mesmo e depois talvez vire birra. Você me conquistou sim, com esse jeito de “não to nem aí”, mas sempre aqui. Mas amor não, amor é mais, eu vejo isso. Eu vejo uma porção de coisas em você e mesmo que uma grande parte não me agrade, o que restou foi suficiente e me deixou aqui pensando no amor que não existe.